<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-33759914</id><updated>2011-04-21T13:57:47.339-07:00</updated><title type='text'>Pólo Três Cachoeiras</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://polo03cachoeiras.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33759914/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://polo03cachoeiras.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Pólo Três Cachoeirast</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12543344174137434440</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>4</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33759914.post-116092732578330884</id><published>2006-10-15T08:47:00.000-07:00</published><updated>2006-10-15T08:48:45.820-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;blockquote&gt;   &lt;p&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;O professor pesquisador e reflexivo&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt; &lt;table align="center" border="1" cellpadding="5" cellspacing="0" width="95%"&gt;   &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;     &lt;td width="33%"&gt;&lt;img src="http://www.tvebrasil.com.br/salto/entrevistas/imagens/antonio_novoa_g.jpg" border="0" height="193" width="290" /&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td valign="top" width="67%"&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;Nome: Antonio Nóvoa&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;      &lt;b&gt; Formação:&lt;/b&gt; Doutor em Educação e catedrático da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Lisboa. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;             &lt;b&gt; Alguns livros publicados: &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;        - Vida de professores. Porto, Portugal.&lt;br /&gt;        - Profissão professor. Porto, Portugal.&lt;br /&gt;        - Os professores e sua formação. Lisboa, Dom Quixote, 1992.&lt;br /&gt;    - As organizações escolares em análise. Lisboa, Publicações D. Quixote, 1992. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;br /&gt;        &lt;h1 align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;O paradigma do professor reflexivo, isto é, do professor que reflete sobre a sua prática, que pensa, que elabora em cima dessa prática, é o paradigma hoje em dia dominante na área de formação de professores. Por vezes é um paradigma um bocadinho retórico e eu, um pouco também, em jeito de brincadeira, mais de uma vez já disse que o que me importa mais é saber como é que os professores refletiam antes que os universitários tivessem decidido que eles deveriam ser professores reflexivos. Identificar essas práticas de reflexão – que sempre existiram na profissão docente, é impossível alguém imaginar uma profissão docente em que essas práticas reflexivas não existissem – tentar identificá-las e construir as condições para que elas possam se desenvolver&lt;/span&gt;&lt;/i&gt; &lt;i&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt; &lt;hr noshade="noshade"&gt;&lt;p class="MsoBodyText" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;b&gt;Entrevista com Antônio Nóvoa&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoBodyText" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;strong&gt;Salto: Professor, o que é ser professor hoje? Ser professor atualmente é mais complexo do que foi no passado? &lt;/strong&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;span style=""&gt;Nóvoa: É difícil dizer se ser professor, na atualidade, é mais complexo do que foi no passado, porque a profissão docente sempre foi de grande complexidade. Hoje, os professores têm que lidar não só com alguns saberes, como era no passado, mas também com a tecnologia e&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;com a complexidade social, o que não existia no passado. Isto é, quando todos os alunos vão para a escola, de todos os grupos sociais, dos mais pobres aos mais ricos, de todas as raças e todas as etnias, quando toda essa gente está dentro da escola e quando se consegue cumprir, de algum modo, esse desígnio histórico da escola para todos, ao mesmo tempo, também, a escola atinge uma enorme complexidade que não existia no passado. Hoje em dia é, certamente, mais complexo e mais difícil ser professor do que era há 50 anos, do que era há 60 anos ou há 70 anos. Esta complexidade acentua-se, ainda, pelo fato de a própria sociedade ter, por vezes, dificuldade em saber para que ela quer a escola. A escola foi um fator de produção de uma cidadania nacional, foi um fator de promoção social durante muito tempo e agora deixou de ser. E a própria sociedade tem, por vezes, dificuldade em ter uma clareza, uma coerência sobre quais devem ser os objetivos da escola. E essa incerteza, muitas vezes, transforma o professor num profissional que vive numa situação amargurada, que vive numa situação difícil e complicada pela complexidade do seu trabalho, que é maior do que no passado. Mas isso acontece, também, por essa incerteza de fins e de objetivos que existe hoje em dia na sociedade. &lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoBodyText2" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;strong&gt;Salto: Como o senhor entende a formação continuada de professores? Qual o papel da escola nessa formação? &lt;/strong&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;span style=""&gt;Nóvoa – Durante muito tempo, quando nós falávamos em formação de professores, falávamos essencialmente da formação inicial do professor. Essa era a referência principal: preparavam-se os professores que, depois, iam durante 30, 40 anos exercer essa profissão. Hoje em dia, é impensável imaginar esta situação. Isto é, a formação de professores é&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;algo, como eu costumo dizer, que se estabelece num &lt;i&gt;continuum&lt;/i&gt;. Que começa nas escolas de formação inicial, que continua nos primeiros anos de exercício profissional. Os primeiros anos do professor – que, a meu ver, são absolutamente decisivos para o futuro de cada um dos professores e para a sua integração harmoniosa na profissão – continuam ao longo de toda a vida profissional, através de práticas de formação continuada. Estas práticas de formação continuada devem ter como pólo de referência as escolas. São as escolas e os professores organizados nas suas escolas que podem decidir quais são os melhores meios, os melhores métodos e as melhores formas de assegurar esta formação continuada. Com isto, eu não quero dizer que não seja muito importante o trabalho de especialistas, o trabalho de universitários nessa colaboração. Mas a lógica da formação continuada deve ser centrada nas escolas e deve estar centrada numa organização dos próprios professores. &lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;span style=""&gt;Salto: Que competências são necessárias para a prática do professor? &lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;span style=""&gt;Nóvoa – Provavelmente na literatura, nos textos, nas reflexões que têm sido feitas ao longo dos últimos anos, essa tem sido a pergunta mais freqüentemente posta e há uma imensa lista competências. Estou a me lembrar que ainda há 3 ou 4 dias estive a ver com um colega meu estrangeiro, justamente, uma lista de 10 competências&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;para uma profissão. Podíamos listar aqui um conjunto enorme de competências do ponto de vista da ação profissional dos professores. &lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;span style=""&gt;Resumindo, eu tenderia a valorizar duas competências: a primeira é uma competência de organização. Isto é, o professor não é, hoje em dia, um mero transmissor de conhecimento, mas também não é apenas uma pessoa que trabalha no interior de uma sala de aula. O professor é um organizador de aprendizagens, de aprendizagens via os novos meios informáticos, por via dessas novas realidades virtuais. Organizador do ponto de vista da organização da escola, do ponto de vista de uma organização mais ampla, que é a organização da turma ou da sala de aula. Há aqui, portanto, uma dimensão da organização das aprendizagens, do que eu designo, a organização do trabalho escolar e esta organização do trabalho escolar é mais do que o simples trabalho pedagógico, é mais do que o simples trabalho do ensino, é qualquer coisa que vai além destas dimensões, e estas competências de organização são absolutamente essenciais para um professor. &lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;span style=""&gt;Há um segundo nível de competências que, a meu ver, são muito importantes também, que são as competências relacionadas com a compreensão do conhecimento. Há uma velha brincadeira,&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;que é uma brincadeira que já tem quase um século, que parece que terá sido dita, inicialmente,&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;por Bernard Shaw, mas há controvérsias sobre isso, que dizia que: “quem sabe faz, quem não sabe ensina”. &lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;span style=""&gt;Hoje em dia esta brincadeira podia ser substituída por uma outra: “quem compreende o conhecimento”. Não basta deter o conhecimento para o saber transmitir a alguém, é preciso compreender o conhecimento, ser capaz de o reorganizar, ser capaz de o reelaborar e de transpô-lo em situação didática em sala de aula. Esta compreensão do conhecimento é, absolutamente, essencial nas competências práticas dos professores. Eu tenderia, portanto, a acentuar esses dois planos: o plano do professor como um organizador do trabalho escolar, nas suas diversas dimensões e o professor como alguém que compreende, que detém e compreende um determinado conhecimento e é capaz de o reelaborar no sentido da sua transposição didática, como agora se diz, no sentido da sua capacidade de ensinar a um grupo de alunos. &lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoBodyText2" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;strong&gt;Salto: O que é ser professor pesquisador e reflexivo? E, essas capacidades são inerentes à profissão do docente?&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/strong&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;span style=""&gt;Nóvoa – O paradigma do professor reflexivo, isto é, do professor que reflete sobre a sua prática, que pensa, que elabora em cima dessa prática é o paradigma hoje em dia dominante na área de formação de professores. Por vezes é um paradigma um bocadinho retórico e eu, um pouco também, em jeito de brincadeira, mais de uma vez já disse que o que me importa mais é saber como é que os professores refletiam antes que os universitários tivessem decidido que eles deveriam ser professores reflexivos. Identificar essas práticas de reflexão – que sempre existiram na profissão docente, é impossível alguém imaginar uma profissão docente em que essas práticas reflexivas não existissem – tentar identificá-las e construir as condições para que elas possam se desenvolver. &lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;span style=""&gt;Eu diria que elas não são inerentes à profissão docente, no sentido de serem naturais, mas que elas são inerentes, no sentido em que elas são essenciais para a profissão. E, portanto, tem que se criar um conjunto de condições, um conjunto de regras, um conjunto de lógicas de trabalho e, em particular, e eu insisto neste ponto, criar lógicas de trabalho coletivos dentro das escolas,&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;a partir das quais – através da reflexão, através da troca de experiências, através da partilha&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;–&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;seja possível dar origem a uma atitude reflexiva da parte dos professores. Eu disse e julgo que vale a pena insistir nesse ponto. &lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;span style=""&gt;A experiência é muito importante, mas a experiência de cada um só se transforma em conhecimento através desta análise sistemática das práticas. Uma análise que é análise individual, mas que é também coletiva, ou seja, feita&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;com os colegas, nas escolas e em situações de formação. &lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;span style=""&gt;Salto: E o professor pesquisador?&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;span style=""&gt;Nóvoa – O professor pesquisador e o professor reflexivo, no fundo, correspondem a correntes diferentes para dizer a mesma coisa. São nomes distintos, maneiras diferentes dos teóricos da literatura pedagógica abordarem uma mesma realidade. A realidade é que o professor pesquisador é aquele que pesquisa ou que reflete sobre a sua prática. Portanto, aqui estamos dentro do paradigma do professor reflexivo. É evidente que podemos encontrar dezenas de textos para explicar a diferença entre esses conceitos, mas creio que, no fundo, no fundo, eles fazem parte de um mesmo movimento de preocupação com um professor que é um professor indagador, que é um professor que assume a sua própria realidade escolar como um objeto de pesquisa, como objeto de reflexão, com objeto de análise. Mas, insisto neste ponto, a experiência por si só não é formadora. John Dewey, pedagogo americano e sociólogo do princípio do século, dizia: “quando se afirma que o professor tem 10 anos de experiência, dá para dizer que ele tem 10 anos de experiência ou que ele tem um ano de experiência repetido 10 vezes”. E, na verdade, há muitas vezes esta idéia. Experiência, por si só, pode ser uma mera repetição, uma mera rotina, não é ela que é formadora. Formadora é a reflexão sobre essa experiência, ou a pesquisa sobre essa experiência.&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoBodyText2" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;strong&gt;Salto: A sociedade espera muito dos professores. Espera que eles gerenciem o seu percurso profissional, tematizem a própria prática, além de exercer sua prática pedagógica em sala de aula. Qual a contrapartida que o sistema deve oferecer aos professores para que isso aconteça?&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/strong&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;span style=""&gt;Nóvoa – Certamente, nas entrelinhas da sua pergunta, há essa dimensão. Há hoje um excesso de missões dos professores, pede-se demais aos professores, pede-se demais as escolas. &lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;span style=""&gt;As escolas, talvez, resumindo numa frase (...), as escolas valem o que vale a sociedade. Não podemos imaginar escolas extraordinárias, espantosas, onde tudo funciona bem numa sociedade onde nada funciona. Acontece que, por uma espécie de um paradoxo, as coisas que não podemos assegurar que existam na sociedade, nós temos tendência a projetá-las para dentro da escola e a sobrecarregar os professores com um excesso de missões. Os pais não são autoritários, ou não conseguem assegurar a autoridade, pois se pede ainda mais autoridade para a escola. Os pais não conseguem assegurar a disciplina, pede-se ainda mais disciplina&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;a escola. Os pais não conseguem que os filhos leiam em casa, pede-se a escola que os filhos aprendam a ler. É legítimo eles pedirem sobre a escola, a escola está lá para cumprir uma determinada missão, mas não é legítimo que sejam uma espécie de vasos comunicantes ao contrário. Que cada vez que a sociedade tem menos capacidade para fazer certas coisas, mais sobem as exigências sobre a escola.&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;span style=""&gt;E isto é um paradoxo absolutamente intolerável e tem criado&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;para os professores uma situação insustentável do ponto de vista profissional, submetendo-os a uma crítica pública, submetendo-os a uma violência simbólica nos jornais, na sociedade, etc. o que é absolutamente intolerável. Eu creio que os professores podem e devem exigir duas coisas absolutamente essenciais que são: &lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;span style=""&gt;·&lt;span style="font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal;"&gt;          &lt;/span&gt;Uma, é calma e tranqüilidade para o exercício do seu trabalho, eles precisam estar num ambiente, eles precisam estar rodeados de um ambiente social, precisam estar rodeados de um ambiente comunitário que lhes permita essa calma e essa tranqüilidade para o seu trabalho. Quer dizer, não é possível trabalhar pedagogicamente no meio do ruído, no meio do barulho, no meio da crítica, no meio da insinuação. É absolutamente impossível esse tipo de trabalho. As pessoas têm que assegurar essa calma e essa tranqüilidade. &lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;span style=""&gt;·&lt;span style="font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal;"&gt;          &lt;/span&gt;E, por outro lado, é essencial ter condições de dignidade profissional. E esta dignidade profissional passa certamente por questões materiais, por questões do salário, passa também por boas questões de formação, e passa por questões de boas carreiras profissionais. Quer dizer, não é possível imaginar que os professores tenham condições para responder a este aumento absolutamente imensurável de missões, de exigências no meio de uma crítica feroz, no meio de situações intoleráveis, de acusação aos professores e às escolas.&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;span style=""&gt;Eu creio que há, para além dos aspectos sociais de que eu falei a pouco – e que são aspectos extremamente importantes, porque no passado os professores não tiveram, por exemplo, os professores nunca tiveram situações materiais e econômicas muito boas, mas tinham prestígio e uma dignidade social que, em grande parte completavam algumas dessas deficiências – para além desses aspectos sociais de que eu falei a pouco e que são essenciais para o&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;professor no novo milênio, neste milênio que estamos, eu creio que pensando internamente a profissão, há dois aspectos que me parecem essenciais. O primeiro é que os professores se organizem coletivamente – e esta organização coletiva não passa apenas, eu insisto bem, apenas pelas tradicionais práticas associativas e sindicais – passa também por novos modelos de organização, como comunidade profissional, como coletivo docente, dentro das escolas, por grupos disciplinares e conseguirem deste modo exercer um papel com profissão, que é mais ampla do que o papel que tem exercido até agora. As questões dos professorado enquanto coletivo parecem-me essenciais. Sem desvalorizar as questões sindicais tradicionais, ou associativas, creio que é preciso ir mais longe nesta organização coletiva do professorado. &lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;span style=""&gt;O segundo ponto – e que tem muito a ver também com formação de professores – passa pelo que eu designo como conhecimento profissional. Isto é, há certamente um conhecimento disciplinar que pertence aos cientistas, que pertence às pessoas da história, das ciências, etc., e que os professores devem de ter. Há certamente um conhecimento pedagógico que pertence, às vezes, aos pedagogos, às pessoas da área da educação que os professores devem de ter também. Mas, além disso há um conhecimento profissional que não é nem um conhecimento científico, nem um conhecimento pedagógico, que é um conhecimento feito na prática, que é um conhecimento feito na experiência, como dizia há pouco, e na reflexão sobre essa experiência. &lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;span style=""&gt;A valorização desse conhecimento profissional, a meu ver, é essencial para os professores neste novo milênio. Creio, portanto, que minha resposta passaria por estas duas questões: a organização como comunidade profissional e a organização e sistematização de um conhecimento profissional específico dos professores. &lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoBodyText2" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;strong&gt;Salto: O senhor diz em um texto que a sua intenção é olhar para o presente dos professores, identificando os sentidos atuais do trabalho educativo. Em relação ao Brasil o que o senhor vê: o que já avançou na formação dos professores brasileiros e o que ainda precisa avançar? &lt;/strong&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;span style=""&gt;Nóvoa – É muito difícil para mim e nem seria muito correto estar a tecer grandes considerações sobre a realidade brasileira. Primeiro porque é uma realidade que, apesar de eu cá ter vindo algumas vezes, que eu conheço ainda mal, infelizmente, espero vir a conhecer melhor e, por outro lado, porque não seria (...) da minha parte tecer grandes considerações sobre isso.&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;span style=""&gt;No entanto, eu julgo poder dizer duas coisas. A primeira é que os debates que há no Brasil sobre formação de professores e sobre a escola são os mesmos debates que se tem um pouco por todo mundo. Quem circula, como eu circulo, dentro dos diversos países europeus, na América do Norte e outros lugares, percebe que estas questões, as questões que nos colocam no final das palestras, as perguntas que nos fazem são, regra geral, as mesmas de alguns países para os outros. Não há, portanto, uma grande especificidade dos &lt;u&gt;fatos&lt;/u&gt; travados no Brasil em relação a outros países do mundo e, em particular, em relação a Portugal.&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;span style=""&gt;Creio que houve, obviamente, avanços enormes na formação dos professores nos últimos anos, mas houve também grandes contradições. E a contradição principal que eu sinto é que se avançou muito do ponto de vista da análise teórica, se avançou muito do ponto de vista da reflexão, mas se avançou relativamente pouco das práticas da formação de professores, da criação e da consolidação de dispositivos novos e consistentes de formação de professores. E essa &lt;i&gt;decalagem &lt;/i&gt;entre o discurso teórico e a prática concreta da formação de professores é preciso ultrapassá-la e ultrapassá-la rapidamente. Devo dizer, no entanto, também, que se os problemas são os mesmos, se as questões são as mesmas, se o nível de reflexão é o mesmo, eu creio que a comunidade científica brasileira está ao nível das comunidades científicas ou pedagógicas dos outros países do mundo. Se essas realidades são as mesmas é evidente que há um nível, que eu diria, um nível material, um nível de dificuldades materiais, de dificuldades materiais nas escolas, de dificuldades materiais relacionadas com os salários dos professores, de dificuldades materiais relacionadas com as condições das instituições de formação de professores que são, provavelmente, mais graves no Brasil do que em outros países que eu conheço. &lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;span style=""&gt;Terão aqui, evidentemente, problemas que têm a ver com as dificuldades históricas de desenvolvimento da escola no Brasil e das escolas de formação de professores e que, portanto, é importante enfrentá-los e enfrentá-los com coragem e enfrentá-los de forma não ingênua, mas também de forma não derrotista. Creio, por isso, que devemos perceber que no Brasil, como nos outros países, as perguntas são as mesmas, as nossas empolgações são as mesmas, mas é verdade que há aqui por vezes dificuldades que eu chamaria de ordem material, maiores do que as existem em outros países e que é absolutamente essencial que com a vossa capacidade de produzir ciência, com a vossa capacidade de fazer escola e com a vossa capacidade de acreditar como educadores possam ultrapassar essas dificuldades nos próximos anos. E esses são, sinceramente, os meus desejos e na medida que meu contributo, pequeno que ele seja, possa ser dado, podem, evidentemente, contar comigo para essa tarefa. &lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="right"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;(Entrevista  concedida em 13 de setembro 2001)&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33759914-116092732578330884?l=polo03cachoeiras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://polo03cachoeiras.blogspot.com/feeds/116092732578330884/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33759914&amp;postID=116092732578330884' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33759914/posts/default/116092732578330884'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33759914/posts/default/116092732578330884'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://polo03cachoeiras.blogspot.com/2006/10/o-professor-pesquisador-e-reflexivo.html' title=''/><author><name>Pólo Três Cachoeirast</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12543344174137434440</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33759914.post-115722508688844694</id><published>2006-09-02T12:19:00.000-07:00</published><updated>2006-09-02T12:47:12.253-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/875/3711/1600/PIC_0043.2.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/875/3711/400/PIC_0043.2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Pessoal apresento nós os tutores (Milton, Alexandra(com a cuia) e Zezé.&lt;br /&gt;Estavamos na estrada, rumo a Três Cachoeiras.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/875/3711/1600/PIC_0042.1.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/875/3711/400/PIC_0042.1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33759914-115722508688844694?l=polo03cachoeiras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://polo03cachoeiras.blogspot.com/feeds/115722508688844694/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33759914&amp;postID=115722508688844694' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33759914/posts/default/115722508688844694'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33759914/posts/default/115722508688844694'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://polo03cachoeiras.blogspot.com/2006/09/pessoal-apresento-ns-os-tutores-milton.html' title=''/><author><name>Pólo Três Cachoeirast</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12543344174137434440</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33759914.post-115722246787448907</id><published>2006-09-02T11:06:00.000-07:00</published><updated>2006-09-02T11:43:31.503-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/875/3711/1600/PIC_0048.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/875/3711/400/PIC_0048.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Aula Presencial -30/09&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta noite, foi apresentado o PBWIKI, logo após a apresentação as alunas(os) foram convidadas a desenvolver a atividades (A Trilha), uma tarefa muito instigante, porque elas começaram a colocar em prática várias habilidades que estão aprendendo, como por exemplo procurar uma imagem e salvar, pesquisar na internet, foi muito gratificante para nós tutores desempenhar este papel de mediadores e aprendizes também. As alunas(os), estão com toda garra, muita vontade , cada acerto é uma vitória e cada desacerto é um começar de novo .&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/875/3711/1600/300906.3.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/875/3711/400/300906.2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33759914-115722246787448907?l=polo03cachoeiras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://polo03cachoeiras.blogspot.com/feeds/115722246787448907/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33759914&amp;postID=115722246787448907' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33759914/posts/default/115722246787448907'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33759914/posts/default/115722246787448907'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://polo03cachoeiras.blogspot.com/2006/09/aula-presencial-3009-nesta-noite-foi.html' title=''/><author><name>Pólo Três Cachoeirast</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12543344174137434440</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33759914.post-115722029623872076</id><published>2006-09-02T10:31:00.000-07:00</published><updated>2006-09-02T11:04:56.250-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/875/3711/1600/PIC_0050.0.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/875/3711/320/PIC_0050.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Apresento para vocês minha bandeira, referente ao processo do conhecimento, a consciência que nós somos&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;um eterno aprendiz. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) Primeiro preceito é não ter preconceito: viaje, aceite a ambigüidade e a incerteza, você faz parte e é uma pequena parte.&lt;br /&gt;2) Trabalho vale a pena e sucesso só vem antes dele no dicionário&lt;br /&gt;3) Aumente as suas expectativas, seja bom no que faz, busque a excelência, treine todo dia para jogar bem&lt;br /&gt;4) Nem tudo nesta vida é por dinheiro&lt;br /&gt;5) Você só se arrepende daquilo que não fez&lt;br /&gt;6) Agregue valor a você ao time: se você quebrou conserte, e conserte sempre, não seja aquele que reclama e aponta erros sem fazer nada para corrigi-los; você é a equipe, quem sabe faz a hora não espera acontecer.&lt;br /&gt;7) Sucesso passado não garante sucesso futuro. Por isto entenda que nós nunca mais vamos parar de aprender.&lt;br /&gt;8) O segredo da felicidade é enxergar as pequenas coisas e se divertir: “smell the flowers”.&lt;br /&gt;9) Persistência: saiba que depois de cair, você tem que levantar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“De tudo ficaram três coisas:&lt;br /&gt;a certeza de que estava sempre começando,&lt;br /&gt;a certeza de que era preciso continuar&lt;br /&gt;e a certeza de que seria interrompido antes de terminar.&lt;br /&gt;Fazer da interrupção um caminho novo,&lt;br /&gt;fazer da queda, um passo de dança,&lt;br /&gt;do medo, uma escada,&lt;br /&gt;do sonho, uma ponte,&lt;br /&gt;da procura, um encontro.”&lt;br /&gt;Fernando Pessoa&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33759914-115722029623872076?l=polo03cachoeiras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://polo03cachoeiras.blogspot.com/feeds/115722029623872076/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33759914&amp;postID=115722029623872076' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33759914/posts/default/115722029623872076'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33759914/posts/default/115722029623872076'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://polo03cachoeiras.blogspot.com/2006/09/apresento-para-vocs-minha-bandeira.html' title=''/><author><name>Pólo Três Cachoeirast</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12543344174137434440</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry></feed>
